Escuta, formulação clínica e objetivos construídos com cuidado.
Psicoterapia online baseada em evidências
Psicoterapia e avaliação clínica com foco em TDAH ao longo da vida.
Atendimento online para adolescentes e adultos, integrando excelência técnica, pesquisa científica e uma visão clínica que não reduz a pessoa ao diagnóstico.
Doutorado em Psiquiatria na Universidade de São Paulo.
Rigor técnico sem perder linguagem acessível e cuidado humano.
Talvez você se reconheça aqui
Nem sempre o sofrimento aparece como uma crise. Às vezes ele aparece como esforço constante.
Você cumpre tarefas, responde mensagens, entrega resultados, estuda, trabalha, cuida de pessoas. Ainda assim, pode existir a sensação de estar sempre atrasado em relação a si mesmo.
Você começa muitas coisas, mas sente dificuldade para manter constância.
Adia tarefas importantes, mesmo sabendo que isso vai custar caro depois.
Vive uma mistura de potencial, cobrança e frustração por não conseguir sustentar o que planeja.
Tem dificuldade para regular emoções, interromper pensamentos ou sair de ciclos de ruminação.
Recebe elogios por funcionar bem, mas por dentro sente exaustão, dispersão ou sobrecarga.
Suspeita de TDAH, já recebeu diagnóstico ou quer entender melhor sua forma de atenção.
Entender reduz culpa
O que você faz hoje provavelmente já foi uma tentativa de lidar com alguma coisa.
Comportamentos não surgem no vazio. Procrastinação, evitação, impulsividade, autocobrança ou dificuldade de organização podem estar ligados a aprendizagem, emoções, ambiente, neurodesenvolvimento e padrões que foram se repetindo ao longo do tempo.
Comportamento tem função
Mesmo quando atrapalha, um comportamento pode ter servido para evitar desconforto, reduzir ansiedade ou tentar recuperar controle.
Emoções precisam de leitura
Raiva, medo, vergonha, culpa e tristeza não são falhas morais. Elas informam necessidades, ameaças percebidas e histórias anteriores.
TDAH não é falta de caráter
Atenção, planejamento, impulsividade e regulação emocional podem exigir estratégias específicas, especialmente em adolescentes e adultos muito cobrados.
Como a terapia pode ajudar
A terapia pode ajudar você a reconhecer padrões e construir mudanças com mais sentido e cuidado.
Procrastinação e desorganização
Quando tudo depende de urgência, pressão ou culpa, a rotina pode virar um ciclo difícil de sustentar.
A terapia ajuda a observar como esse ciclo se forma e quais estratégias podem caber melhor na sua vida.
Autocobrança e sensação de insuficiência
Às vezes a exigência parece uma forma de avançar, mas acaba deixando tudo mais pesado e estreito.
O processo pode ajudar a reconhecer padrões de comparação, medo de falhar e critérios internos muito punitivos.
TDAH diagnosticado ou suspeito
TDAH envolve mais do que foco. Pode atravessar rotina, emoções, autoestima, relações e a forma como a pessoa aprendeu a compensar dificuldades.
A terapia pode ajudar a pensar um cuidado que não reduza sua experiência a produtividade.
Conflitos interpessoais
Relações podem ativar modos antigos de se proteger, agradar, evitar, explodir ou silenciar.
Na terapia, esses padrões podem ser observados com cuidado para ampliar escolhas e formas de comunicação.
Sobrecarga emocional
Algumas emoções chegam com força, duram mais do que você gostaria ou aparecem em momentos difíceis de manejar.
O trabalho terapêutico pode ajudar a reconhecer sinais, gatilhos, necessidades e formas possíveis de regulação.
Potencial não realizado
Existe diferença entre desejo, expectativa dos outros, medo, cobrança e aquilo que realmente importa para você.
A terapia pode ajudar a sair da paralisia aos poucos, transformando intenção em movimento possível.
Sobre Igor Duarte
Uma clínica informada pela ciência, mas conduzida pela singularidade de cada pessoa.
Sou Igor Duarte, psicólogo clínico, mestre em Psiquiatria e Ciências do Comportamento, doutorando em Psiquiatria na Universidade de São Paulo e pesquisador em saúde mental. Minha trajetória passa pela pesquisa, pela formação científica e pela escuta de pessoas que tentam entender por que certas formas de agir, sentir e se cobrar continuam se repetindo.
Tenho especial interesse em TDAH ao longo da vida, neurodesenvolvimento, sofrimento psíquico e formas de aproximar ciência e prática clínica sem perder a complexidade humana. Para mim, terapia não é aplicar uma técnica sobre alguém. É construir, junto, uma formulação cuidadosa da experiência e criar mudanças sustentáveis.
Diferenciais que aparecem no atendimento
Formação não deve servir para impressionar. Deve servir para cuidar melhor.
Mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
No mestrado em Psiquiatria e Ciências do Comportamento, em programa CAPES 7, estudei a neurobiologia do TDAH e seus vínculos com desenvolvimento, funcionamento cotidiano e saúde mental.
Doutorado pela Universidade de São Paulo
No doutorado em Psiquiatria, também em programa CAPES 7, investigo sintomatologia ao longo da vida, com atenção a trajetórias clínicas, desenvolvimento e variações de funcionamento entre pessoas.
Pesquisa como apoio para pensar o caso
A experiência acadêmica ajuda a diferenciar hipóteses, evitar conclusões apressadas e integrar história de vida, sintomas, contexto, prejuízos e recursos já construídos pela pessoa.
Psicoterapia e avaliação clínica
Além da psicoterapia, realizo avaliação e investigação clínica diagnóstica de TDAH em adolescentes e adultos.
A investigação de TDAH não se resume a um teste isolado ou a uma lista de sintomas. Ela exige compreender história de desenvolvimento, funcionamento atual, rotina, prejuízos, estratégias de compensação, regulação emocional e possíveis condições associadas.
Quando a demanda envolve suspeita de TDAH, o trabalho pode incluir entrevistas clínicas, análise de trajetória, instrumentos padronizados quando indicados e integração das informações para uma compreensão diagnóstica responsável.
Infância, adolescência, vida adulta, escola, trabalho, relações e formas de adaptação ao longo do tempo.
Atenção, impulsividade, organização, manejo do tempo, emoções, sono, rotina e impacto cotidiano.
Diferenciação cuidadosa entre TDAH, ansiedade, depressão, estresse, sono, uso de substâncias e outras condições.
Discussão integrada dos achados, orientação sobre próximos passos e encaminhamentos quando necessário.
Processo terapêutico
Você não precisa chegar sabendo explicar tudo. O processo começa justamente por organizar.
Primeiro contato
Você envia uma mensagem, verifica disponibilidade e recebe orientação inicial sobre agenda, formato e próximos passos.
Primeira consulta
Conversamos sobre sua procura, história, expectativas e principais áreas de sofrimento. Não é preciso chegar com um discurso pronto.
Avaliação inicial
O processo começa com compreensão do contexto, padrões emocionais, rotina, relações, sintomas e hipóteses clínicas relevantes.
Definição de objetivos
Transformamos a queixa em objetivos possíveis, acompanháveis e alinhados ao que realmente importa para você.
Acompanhamento
As sessões ajudam a revisar padrões, testar estratégias, ajustar o plano e construir mudanças sustentáveis ao longo do tempo.
Pesquisa e produção
Pesquisa científica como forma de aprimorar o cuidado.
Uma seleção de publicações, apresentações e participações que atravessam TDAH, neurodesenvolvimento, epidemiologia, risco em saúde mental e métodos quantitativos.
Matéria
Pesquisa de mestrado sobre TDAH repercutida na revista VEJA
Congresso
Estudo apresentado no 10º World Congress on ADHD, em Praga
Debate
Machine learning e saúde mental: depressão, TDAH e transtorno bipolar
Artigos publicados e produção científica recente
Trabalhos que mostram a presença da pesquisa na minha trajetória, sem transformar o cuidado clínico em linguagem distante.
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
O atendimento psicológico é online?
Sim. A psicoterapia acontece online, em ambiente reservado. Recomendo que você esteja em um local com privacidade, boa conexão e tempo para chegar à sessão sem pressa.
Você atende adultos e adolescentes?
Sim. O atendimento é voltado para adultos e adolescentes. No caso de adolescentes, o processo também considera responsáveis, contexto familiar, escola e os cuidados éticos próprios dessa etapa.
Como funciona o primeiro contato?
O primeiro contato pelo WhatsApp serve para entender brevemente sua procura, combinar disponibilidade de agenda e explicar os próximos passos antes da primeira sessão.
A terapia pode ajudar em TDAH?
Sim. A terapia pode ajudar a compreender padrões de atenção, procrastinação, impulsividade, organização, regulação emocional e autoestima associados ao TDAH.
Preciso ter diagnóstico de TDAH?
Não. Você pode procurar atendimento por suspeita, dúvidas ou dificuldades que vêm se repetindo. Quando necessário, a possibilidade de avaliação diagnóstica pode ser discutida com cuidado.
A psicoterapia substitui medicação?
Não. Psicoterapia e acompanhamento médico podem ser complementares. Quando há necessidade de avaliação medicamentosa, isso deve ser conduzido por profissional médico.
O atendimento serve apenas para crise grave?
Não. Muitas pessoas procuram terapia porque funcionam bem externamente, mas sentem desgaste, sobrecarga, autocrítica intensa ou dificuldade de sustentar mudanças.
Como é definida a frequência das sessões?
A frequência depende da demanda, disponibilidade e avaliação clínica. Em geral, o início do processo pede regularidade para criar vínculo, continuidade e direção.
A abordagem é Terapia Cognitivo-Comportamental?
O atendimento utiliza a Terapia Cognitivo-Comportamental e práticas baseadas em evidências, sempre adaptadas à história, contexto e necessidades da pessoa atendida.
Vou receber tarefas entre sessões?
Quando fizer sentido, podem ser combinadas observações, registros ou pequenos experimentos. A ideia não é criar mais cobrança, mas aproximar a terapia da vida cotidiana.
O que devo falar na primeira sessão?
Você pode começar pelo que está mais presente agora. Não é preciso organizar tudo antes. Parte do trabalho é justamente construir essa organização junto com você.
Como funciona a privacidade?
O atendimento psicológico segue princípios éticos de sigilo profissional. Dados compartilhados para contato e agendamento são tratados com finalidade limitada e cuidado conforme a LGPD.
Como faço para agendar?
Você pode enviar uma mensagem pelo WhatsApp do site. O contato inicial serve para verificar disponibilidade e alinhar os próximos passos com tranquilidade.
Agende sua psicoterapia
Se você se reconheceu em parte do que leu, talvez este seja um bom momento para conversar.
Sem pressão. O primeiro contato serve apenas para entender se há disponibilidade, esclarecer dúvidas e orientar os próximos passos.
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